Hackers atacam 100 mil vezes o MPF todos os dias atrás de informações da Lava-Jato

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Ao longo dos últimos meses a operação da Lava-Jato tem apresentando uma série de resultados como, por exemplo, a prisão de políticos importantes assim como também ajudou a desarticular muitos esquemas de pagamento de propinas. No entanto, além das dificuldades em identificar como funciona esse sistema, o Ministério Público Federal tem enfrentado dificuldade, pois os hackers atacam 100 mil vezes o MPF.

Logo, não se trata apenas de senadores e deputados que agem na tentativa de atrapalhar o andamento das investigações a respeito dessa importante operação realizada pelo órgão brasileiro. Não há dúvidas de que as ameaças por meio virtuais são uma das principais preocupações do Ministério Público Federal.

Diariamente, os hackers atacam 100 mil vezes o MPF. Em termos computacionais, esse grande número de tentativas faz com que as principais formas de comunicação no órgão sejam comprometidas, principalmente, em questões de lentidão. A justificativa para isso está no fato de que quanto maior for o fluxo de informações passado pela rede, mais dificuldades os dispositivos terão para gerenciar todas esses dados.

Informações importantes

Conforme apontado, o número de ataques tem crescido consideravelmente desde o inicio da operação Lava-Jato. Para se ter ideia, atualmente existe até mesmo um mercado ilegal para que pessoas mal-intencionadas possam contratar hackers para encontrar brechas nos sistemas do Ministério Público Federal com o intuito de invadir sites oficiais e até mesmo para roubar dados.

Os hackers atacam 100 mil vezes o MPF com o objetivo de ganharem acesso a documentos ilegais como, por exemplo, a lista do Janot. Em momento em que, esse importante órgão brasileiro ganha evidencia perante uma operação tão grande como a Lava-Jato, muitas pessoas possuem o desejo de ter acesso a informações como essa.

A informação de que os hackers atacam 100 mil vezes o MPF é do procurador Marcelo Caiado que é o responsável pela Divisão de Segurança da Informação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo ele, mesmo com tantos ataques para inibir as ações dos órgãos de fiscalização brasileiros sendo apontados, as instituições do Brasil pouco investem nessa área de tecnologia da informação.

Críticas

As palavras utilizadas para criticar essa postura foram: “A presidência é omissa; o gabinete de Segurança Institucional tinha que ser mais atuante”. Além disso, ainda complementa destacando que as tentativas de ataques realizadas são de todas as ordens, ou seja, partem desde as mais graves como, por exemplo, roubo de dados e de derrubar o servidor dos órgãos, a até os ataques conhecidos como script kiddie.

Os hackers atacam 100 mil vezes o MPF, muitas vezes, por meio da utilização dessa técnica que nada mais é do que, quando curiosos, baixam e instalam programas que representam uma grande ameaça para o sistema de segurança público. Diante desse cenário, é importante contar com os métodos de prevenção adequadas para inibir esse tipo de ação.

É simples verificar o impacto que a exploração das brechas oferecidas pelos sistemas de segurança pública apresenta. Para isso, basta citar o fato de que algumas visitas devidamente planejadas e articuladas pela Polícia Federal, são realizadas sem sucesso devido ao vazamento de informações.

Essa é uma situação que já ocorreu em São Paulo e também no Rio de Janeiro. Não há dúvidas de que quando os hackers atacam 100 mil vezes o MPF, os resultados são bastante negativos.

Lava-Jato

Uma das operações que são e foram mais prejudicadas pelo vazamento de informações, sem dúvida, é a Lava-Jato. Por ser uma investigação que aborda pessoas muito influentes no país e que coloca em jogo negócios importantes, muitas pessoas mal-intencionadas possuem grandes motivos para tentar intervir no andamento desse processo levado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal.

Para se ter ideia da gravidade do problema, Caiado ainda afirma que apesar de não ter as informações para quantificar a taxa de crescimento em que os ataques são realizados, garante que eles se multiplicam com uma velocidade impressionante.

Além disso, o fato de que os hackers atacam 100 mil vezes o MPF, fez com que medidas drásticas fosse tomada para evitar consequências mais graves como, por exemplo, a substituição do sistema de segurança da informação do Ministério Público Federal da cidade de Curitiba, onde grande parte das decisões a respeito dessa investigação são tomadas.

O procurador Marcelo Caiada destacou que essa medida foi necessária para possibilitar que os investigadores pudessem continuar trabalhando. Por isso, a substituição dos equipamentos de segurança foi feita de maneira ágil.

No entanto, devido a número reduzidos de profissionais na área de segurança da informação, a PGR foi obrigada a contratar uma empresa especializada para ajudar na proteção dos dados. Atualmente, são apenas dois técnicos e seis analistas para uma necessidade de oito técnicos e 19 analistas.

Como visto, existe uma discrepância muito grande. O fato de que os hackers atacam 100 mil vezes o MPF pode ser consequência dessa falta de estrutura para o andamento ágil e seguro das operações.

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